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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Clicks

1 - Banheiro feminino, dos bons.


2 - Free Shop na fronteira terrestre entre Jordânia e Síria: por que não? Passa-tempo enquanto a burocracia trabalha. Eles pensam em tudo e não perdem a oportunidade.


3 - "The real thing", ou quase. Este Bagdad Cafe fica no interior da Síria, no meio de lugar nenhum, a 200 km da fronteira com o Iraque. Tão ermo quanto o outro.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Jerash

Jerash é uma cidade greco-romana a uns 50 quilômetros de Aman, muitíssimo bem conservada. O conjunto arquitetônico é espetacular, e foi descoberto por volta dos anos vinte do século passado. Segundo consta, Jerash já existia no século 3 A.C., mas os arqueólogos registraram vestígios de ocupação humana no local com mais de 6.500 anos.
Eu não consegui ver tudo. Faltou perna.

1 - Pórtico de entrada e detalhe




2 - Hipódromo, onde eram realizadas corridas de bigas e disputas entre gladiadores. Atores simulam os costumes da época
 





3 - Excursão escolar. O professor vai à frente da turma.


4 - A pesquisa arqueológica é permanente.


5 - Aspectos do complexo arquitetônico








6 - E o que nunca falta no oriente médio


Aman

A capital da Jordânia é uma cidade de três milhões de pessoas. Tem uma parte moderna, organizada e limpa, mas não é o que interessa.
O que mais atrai em Aman são as ruínas romanas e o cenário pitoresco da cidade velha. Pode-se visitar uma cidadela e um antigo palácio do lendário sultão Harum-Al-Hashid, aquele das mil e uma noites, atualmente em fase de restauração conduzida por empresas espanholas.
O Museu Arqueológico de Aman podia ser muito bom, mas não é. Os objetos estão dispostos sem nenhum capricho, faltam orientações, muitos letreiros estão escritos somente em árabe e os guias não são autorizados a fazer explanações dentro do museu.

Algumas fotos:

1 - A cidade nova


2 - A cidade antiga vista da Cidadela


3 - Ruínas de um teatro romano do século II


4 - Ruínas romanas


5 - Vista da cidadela de Aman


6 - Cerâmicas do Museu Arqueológico







Brincadeiras no Mar Morto

O Mar Morto faz fronteira entre a Jordânia e territórios da Cisjordânia hoje ocupados por Israel. Na verdade não é um mar, mas um grande lago onde  o Rio Jordão deságua.
A alta concentração de sal atrai banhistas de todas as partes do mundo, muitos em busca dos benefícios proporcionados pela talassoterapia natural, altamente eficaz no tratamento de doenças de pele e outras condições inflamatórias. Existem empresas jordanianas e israelenses que utilizam os sais minerais e a lama do mar morto para a fabricação de cosméticos, que se podem comprar em lojinhas da região. Existem também resorts, balneários e spas especializados nas duas margens. E é uma festa brincar de boiar em suas águas.





Além do mais, é lindo.


Por-do-sol no Mar Morto



terça-feira, 3 de novembro de 2009

Prata em Petra



A River Jordan Foundation é uma ONG de apoio a mulheres e crianças jordanianas, presidida pela Rainha Rânia. É uma organização respeitada internacionalmente. A fundação conduz diversos projetos orientados à capacitação profissional e criação de emprego e renda em comunidades carentes. A produção artesanal de alta qualidade é um dos seus focos de atuação.

Jamila (foto) vende jóias artesanais de prata, produzidas por uma cooperativa de mulheres apoiada pela Fundação. Está aprendendo a fazer e me mostrou com orgulho as suas últimas criações. Conversamos sobre a importância da cooperativa para as mulheres de sua comunidade.
Quem for a Petra pode conferir.

Wadi Rum


Wadi Rum é o deserto onde foi filmado Laurence da Arábia, filme da década de 60 vencedor de vários Oscars. O elenco estrelado reuniu Peter O'Toole, Anthony Quinn, Alec Guiness e Omar Sharif, todos no auge da forma, da fama e do charme.

















Fica a uns 120 km ao sul de Petra, e é habitado por tribos de beduínos que hoje ganham a vida hospedando turistas em seus acampamentos.




O acampamento ao cair da tarde. Embora possa não parecer, é bem adaptado para hóspedes acostumados aos confortos urbanos, entre os quais se incluem banhos de chuveiro, luz elétrica, jantar quente e cama macia. 
Música, dança, arak, boas companhias para apreciar o por e o nascer do sol.


De manhãzinha tem passeio de balão. [Eu não sabia!]

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Petra












Petra é  realmente uma das grandes maravilhas do mundo. Estava perdida, e foi redescoberta em 1812 por um arqueólogo suíço chamado Johann Ludwig Burckhards, o mesmo que descobriu Abu-Simbel. É o próprio cenário de Indiana Jones no Templo da Perdição.


Estas fotos são só um aperitivo.

De Petra fui para Wade Rum ver o nascer do sol, como recomendou a Menina de Angola. Agora estou em Aman, a Internet é ruim e o tempo é curto. Depois conto mais.