1 - Foram os croatas que inventaram a gravata. Daí o nome da dita cuja.
2 - Dermocosméticos podem ser boas compras. A variedade é boa e o preço também. Um tubinho de Redermic, da La Roche-Posay, me saiu por 213,26 Kunas, o que equivale a R$ 68,00. No Brasil não sei quanto está custando. Parei de perguntar quando chegou aos RS$ 150,00 na Drogasil.
3 - A escrava Isaura já andou por ali. Atualmente passa na TV uma versão do Big Brother muito parecida com a nossa, com confessionário, quarto do líder e acampamento no quintal.
4 - A partir da happy hour, no final da tarde, os bares dos calçadões do centro de Zagreb começam a lotar. Servem todo tipo de bebidas, mas nada para comer. Nem batatas chips, nem amendoim de saquinho, azeitonas, lhufas.
5 - Todo mundo fala inglês. Em algumas cidades, falam italiano. O ensino de idiomas é obrigatório nas escolas, e parece que funciona mesmo.
6 - Uma garrafa de água mineral pode custar mais caro do que um capuccino. Em compensação, a água das torneiras e dos chafarizes públicos é potável (assim disseram, e eu acreditei).
7 - A primeira ministra é uma mulher.
8 - A Croácia tem mesmo vocação turística. Juntaram várias sucatas de guerra num terreno situado na entrada da cidade de Karlovac (famosa pela cerveja) e inventaram um “Museu da Guerra” a céu aberto.
[Aqui não posso deixar de traçar um paralelo com Angola, onde também não faltam sucatas de guerra espalhadas por todo canto. Diferentemente do que acontece na Croácia, em Angola a polícia e o exército desestimulam qualquer manifestação de curiosidade turística. Não se pode fotografar, e um amigo quase levou um tiro do sentinela ao tentar subir na carcaça de um blindado em frente ao Forte dos Reis Magos em Luanda.]
9 - Um dos lugares que não pude visitar em Zagreb. Uma pena, já que eles detêm muito conhecimento acumulado nesse assunto.